Knicks superam Celtics por 121-113 e avançam nos playoffs da NBA com atuação histórica

publicado : mai, 17 2025

Knicks superam Celtics por 121-113 e avançam nos playoffs da NBA com atuação histórica

Knicks dominam Celtics e garantem avanço nos playoffs

O clima era de decisão no Madison Square Garden: o New York Knicks enfrentou o Boston Celtics em um Jogo 6 carregado de histórias, rivalidade e pressão. Com a vitória por 121-113, os Knicks não apenas avançaram para a próxima fase dos playoffs da NBA, mas também conquistaram um triunfo que entra para os livros: o maior deles na história da franquia.

Mesmo sem o astro Jayson Tatum, o Celtics tentou dar trabalho. Jaylen Brown assumiu o protagonismo, buscando manter o time vivo a cada posse. Mas, no final das contas, a falta de Tatum pesou. Durante os primeiros períodos, o Boston teve dificuldades evidentes para acertar o aro—o aproveitamento chegou a ficar em apenas 32%. O volume das arquibancadas cresceu no embalo do desempenho defensivo do Knicks, com a torcida entrando no clima intenso de rivalidade.

Do lado nova-iorquino, o jogo coletivo fez a diferença. Deuce McBride apareceu nos momentos de perigo: além de acertar cestas importantes, foi essencial ao travar o ataque adversário, especialmente em cima de astros como Derrick White. Mitchell Robinson garantiu dominância no garrafão, tanto protegendo a cesta quanto marcando pontos preciosos.

Cesta de Hart, defesa sufocante e clima de festa em Nova York

Cesta de Hart, defesa sufocante e clima de festa em Nova York

O segundo tempo trouxe mais emoção. O Celtics até tentou reagir, aproveitando-se de brechas na defesa do Knicks. Jaylen Brown encontrou Al Horford livre sob pressão, aproveitando o dobro de marcação para fabricar pontos e manter a diferença sob controle. Só que a trinca defensiva de Nova York soube sufocar o perímetro e limitar as melhores jogadas de Boston.

O momento mais quente veio com a bola de três de Hart, na zona morta: ela praticamente selou a vitória dos Knicks. O time, que apostou num ritmo rápido e em boa movimentação de bola, abriu vantagem e segurou a reação final dos Celtics com inteligência. No fim, as arquibancadas explodiram com os gritos de “Goodbye Celtics”.

Essa vitória não foi só um resultado, mas um recado: o Knicks mostrou maturidade tática, elenco equilibrado e controle emocional em momentos decisivos. Agora, a equipe e sua torcida já projetam o próximo desafio—e Nova York volta a sonhar alto na NBA.

Comentários (15)

Iara Rombo

Essa vitória não é só sobre pontos. É sobre identidade. O Knicks jogou como se o Madison Square Garden fosse uma igreja e cada bola uma oração. Não foi sorte, foi propósito. A defesa coletiva, a paciência nos momentos críticos, a ausência de ego - isso aqui é basquete como arte, não como espetáculo.

Cheryl Ferreira

A performance do Deuce McBride foi um exercício de precisão cirúrgica. Ele não apenas marcou pontos, mas desmontou o fluxo ofensivo do Celtics com uma inteligência tática rara em jogadores da sua idade. A defesa dele em cima de Derrick White foi um masterclass em posicionamento e antecipação.

Laís Norah

Fiquei em silêncio no final. Não por falta de emoção, mas porque tudo que precisava ser dito já estava no ar. O grito da torcida, o olhar do Robinson, o gesto de McBride apontando para a arquibancada... isso não se traduz em palavras.

Rodrigo Junges

O Celtics não perdeu por falta de talento. Perdeu por falta de liderança. Tatum estava fora, mas Brown deveria ter assumido o jogo com mais autoridade. O time inteiro pareceu paralisado quando a pressão aumentou. Isso não é problema de elenco, é problema de mentalidade.

Luciana Castelloni

O Knicks mostrou que o basquete moderno não precisa de estrelas solitárias para vencer. O equilíbrio entre ataque e defesa, a movimentação constante, a confiança mútua entre os jogadores - isso é o que constrói campeões. Parabéns à equipe e à torcida que nunca desistiu.

Ronaldo Vercesi Coelho Jr

Foi tudo planejado. O Tatum não tá fora por lesão. Tá fora por acordo com a liga. Quem acha que o Celtics perdeu por acaso tá dormindo. A NBA quer o Knicks nessa fase pra aumentar o rating em NY. A vitória foi vendida. E o Brown? Ele tá sendo usado pra dar credibilidade ao roteiro.

Guilherme Silva

Pessoal, isso aqui é o que o basquete deveria ser! Sem exageros, sem drama, só pura garra. Cada jogador fez a sua parte e o resultado foi lindo de ver. Vai que a gente sonha alto de novo? A gente tá voltando, galera!

guilherme Luiz

mano, o hart naquele 3 foi tipo o momento que a cidade respirou de novo. eu tava na rua, ouvi o grito da torcida e parei no meio da calçada. não tinha nada a ver com basquete, tinha a ver com viver. isso aqui é mais que jogo, é sentimento.

Walacis Vieira

Ah, claro, o Knicks venceu por ‘coletividade’. Enquanto isso, o Celtics tinha um elenco de jogadores que não sabem fechar jogo. Mas vamos fingir que o Robinson é o novo Shaq? Ele fez 12 pontos e 14 rebotes. Isso é bom? É. É histórico? Não. A imprensa tá tentando criar um mito porque o Tatum sumiu. E o Brown? O cara foi o único com coragem de tentar. E ainda assim foi vilificado.

Mike Stucin

👏👏👏 esse time tem alma. não precisa de 40 pontos de ninguém. só precisa de coragem. e eles tinham. parabéns, Knicks. vocês fizeram a cidade acreditar de novo 💙💛

Marcos Suela martins

Essa vitória foi fraudulenta. O Celtics estava cansado porque a liga mandou eles perderem. Tatum não se machucou - foi isolado por pressão externa. O Knicks não é melhor. Só tem mais marketing. E o Brown? Ele tá sendo sacrificado pra manter o mito da ‘revolução nova-iorquina’. Isso é esporte ou teatro?

Flávia Pellegrino

E se o Celtics tivesse vencido? Aí seria ‘a grande reação de uma franquia histórica’. Mas como perderam, agora é ‘a era do Knicks renasceu’. A mídia é previsível. A vitória foi boa, mas não é o fim do mundo.

Moisés Lima

Você acha que isso é coincidência? O Celtics chegou em NY com o time mais jovem da liga, e de repente, sem aviso, Tatum desaparece? O mesmo dia que o presidente da NBA fez um discurso sobre ‘equidade no esporte’. O mesmo dia que a rede de TV que transmite os playoffs anunciou aumento de 40% no investimento em New York. Isso não é basquete. É um experimento social. E nós somos os cobaias. A vitória do Knicks foi escrita antes do primeiro salto.

Veridiana Farias

O grito ‘Goodbye Celtics’ ecoou como um eco de histórias antigas. Lembro de 1994, quando o Knicks também enfrentou o Celtics com tudo e saiu vitorioso. O basquete tem memória. E agora, em 2025, ele decidiu reescrever parte da lenda. Não foi só um jogo. Foi um ritual.

Luciano Ammirata

A ideia de que o Knicks é um time coletivo é uma farsa. McBride é bom, mas não é All-Star. Robinson é um reboteiro. Hart é um jogador de banco. O verdadeiro responsável por essa vitória foi o sistema de arbitragem. Olha os faltas: 28 contra o Celtics, 14 contra o Knicks. Onde estava o controle? Onde estava a justiça? Isso é esporte? É manipulação disfarçada de emoção.

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sobre o autor

Turian Biel

Turian Biel

Sou especialista em notícias e gosto de escrever sobre tópicos relacionados às notícias do dia a dia no Brasil. Trabalhando como jornalista há mais de 15 anos. Tenho uma abordagem analítica e procuro trazer uma perspectiva diferenciada aos leitores. Meu objetivo é manter as pessoas informadas sobre os acontecimentos mais relevantes.

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